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1992 – Os Conquistadores da América – Parte II
Saudações Soberanos,
Zetti, Pintado, Antonio Carlos, Ronaldo e Ivan; Mona, Suélio e Eraldo; Catê, Gilmar e Cláudio.
Este foi o time do São Paulo que entrou em campo no dia 6 de março de 1992 para fazer a estreia do time na Libertadores da América daquele ano. Não era o time titular, já que os principais jogadores foram poupados para manter as esperanças da equipe no Campeonato Brasileiro da época que era disputado simultaneamente.
O Jogo foi disputado no estádio Heriberto Hülse e vejam só foi apitado por Renato Marsiglia que muitos conhecem apenas como comentaris ta de arbitragem da rede Globo. A partida foi contra o Criciúma que para chegar a disputa continental venceu a Copa do Brasil sob o comando do ainda então desconhecido Luis Felipe Scolari.
Devido ao sucesso obtido a frente do time catarinense Felipão partiu para novos desafios e deixou a equipe e quem assumiu seu posto foi Levir Culpi. A equipe estava formada e preparada para enfrentar o na época tri campeão brasileiro liderados por Telê Santana. O Jogo valia pelo grupo 2 da competição que ainda contava com os bolivianos San Jose e Bolivar.
No jogo, motivado pela torcida e pelo excelente momento que vivia a equipe do sul do país tomou partido e buscou a vitória sempre. E nada mais justo que o primeiro gol da equipe de Santa Catarina ser de um jogador extremamente importante para o time, falo de Jairo Lenzi que fazia diferença para o Criciúma. O primeiro tempo terminou 1 x 0 para o Criciúma.
Alguns disseram que Telê foi teimoso ao não fazer nenhuma substituição. O Problema foi que logo aos 5° do segundo tempo Jairo Lenzi invadiu a area e foi derrubado, pênalti, que Gélson bateu e ampliou a vantagem. Com o domínio em campo dos comandados por Levir Culpi, Telê mexeu na equipe e colocou Raí e Cafu em campo nos lugares de Eraldo e Cláudio. A mexida não surtiu o efeito desejadoe no final do jogo em uma bobeada da defesa Adílson aumentou o placar para o Criciúma que teve um dia histórico vencendo uma partida da Libertadores contando com todo apoio de sua torcida.
O que vocês devem estar pensando é por que estou lembrando de uma derrota em uma campanhia de um time tão maravilhoso?
No final do jogo como aparece no vídeo abaixo, Telê não demonstra preocupação o que me leva a pensar que ele confiava plenamente nos seus jogadores.
Explico, meu ponto de vista não era uma equipe, era um elenco todo, com um objetivo simples: Ser campeão. Era um elenco que uma derrota no primeiro jogo não abalava, como não abalou a confiança do grupo. Era um elenco onde o grupo estava disposto a servir o proposito do clube, como por exemplo o caso do Pintado um guerreiro do meio campo foi improvisado neste primeiro jogo na lateral direita.Sobre este elenco falarei um pouco mais depois no decorrer
O fato foi que no dia 6 de março o São Paulo perdeu de 3 x 0 em Criciúma, depois conto para vocês como foi o jogo de volta no Morumbi no dia 1/ de Abril de 1992.
Ótimo final de semana Soberanos.
Criciúma: 3 x 0 São Paulo
Local: Heriberto Hülse
Criciúma: Alexandre, Sarandi, Vilmar, Vilson e Itá; Roberto Cavalo, Gélson e Grizzo; Zé Roberto (Adílson) Vanderlei (Soares) e Jairo Lenzi. Técnico: Levir Culpi
São Paulo: Zetti, Pintado, Antonio Carlos, Ronaldo e Ivan; Mona, Suélio e Eraldo (Raí); Catê, Gilmar e Cláudio (Cafu). Técnico: Telê Santana
Majestosos inesquecíveis!
Saudações Tricolores!
Hoje venho aqui relembrar alguns Majestosos inesquecíveis, e quero ver se vocês concordam!
Na 4ª posição: São Paulo 5 x 1 Corinthians – Brasileiro de 2005.
Naquela tarde, o Tricolor foi arrasador e logo nos primeiros minutos abriu grande vantagem. Gols do Mito, Cicinho, Luizão e Carlos Alberto. Segundo Gil, os corinthianos pediram pro São Paulo tirar o pé por causa do momento deles. É mole?
Na 3ª posição: São Paulo 3 x 0 Corinthians – Primeira partida da final do Paulista de 1991.
Telê Santana havia chegado no fim de 1990, e tinha perdido a final do Campeonato Brasileiro justo para o Corinthians, após muitas mudanças no time. Tricolor e o time da Marginal S/N se enfrentam novamente numa final. Diferente do ano anterior, o São Paulo não dá chance pro azar e num dia inspirado de Raí vence por 3 a 0, sendo os 3 gols dele.
Na 2ª posição: São Paulo 3 x 1 Corinthians – Final do Campeonato Paulista de 1998.
O Tricolor havia perdido a primeira partida da final por 2 a 1, mas pra decisão em uma jogada de mestre traz Raí que havia encerrado contrato com o PSG da França. O Terror do Morumbi chegou na quarta-feira, treinou e pra surpresa de todos estava em campo no domingo. Ele fez o primeiro gol, deu passe pro segundo de França. O terceiro também foi do camisa 9.
Na 1ª posição: São Paulo 2 x 1 Corinthians – Campeonato Paulista de 2011 – 100 vez Ceni!
E quem não lembra Arena Barueri lotada, um certo goleiro com uma camisa dourada em campo. Depois do Dago marcar um golaço, Fernandinho sofre uma falta, a torcida se agita, coração quase saindo pela boca o camisa 01 pega a bola coloca na marca do juiz, levanta a cabeça e olha. (tum-tum tum-tum, tum-tum) Se prepara, vai bater PRO FUUUNDO DO GOL?
Este com certeza foi um Majestoso que corou a história linda de um rei, ou melhor, de um M1T00.
Aí, qual outro Majestoso que ficou gravado na sua memória?
Quem fará o papel de Raí e Rogério Ceni amanhã?
Dê a sua opinião!
Prêmio digno de camisa 10!
Acostumados a ver Raí, o Terror do Morumbi a levantar títulos, Brasileiro, Paulistas, Libertadores, Mundial… o camisa 10 aposentou há 12 anos, mas mostra que continua batendo um bolão.
Ainda nos tempos de boleiro em 1998, do sonho em comum de ajudar na educação de jovens e crianças de comunidades carentes, Raí e Leonardo fundaram a Fundação Gol de Letra.
Ontem, segunda-feira (06) 14 anos depois da fundação, Raí recebeu em Londres, o prêmio Laureus Sports for Good Awards pelo trabalho social que faz.
Considerado o mais importante troféu, o “Oscar do Esporte”, o prêmio Laureus foi honraria pra poucos brasileiros até hoje, somente Pelé, Ronaldo, Bob Burnquist, Daniel Dias e a seleção de 2002 conquistaram o prêmio.
Agora esta é mais uma conquista que carrega no peito as cores do tricolor do nosso eterno ídolo Raí e também Leonardo.
A Fundação atende cerca de 1300 crianças e jovens com atividades de arte, cultura, comunicação, esporte, lazer, cidadania e educação para o trabalho, promovendo o fortalecimento das famílias e comunidades.
Durante esses 14 anos, eles criaram diversos projetos, tais como:
- Virando o Jogo atendendo crianças de 7 a 14 anos – 1999;
- A Cara da Vila (atual Programa de Jovens) para atender adolescentes e jovens por meio de oficinas de Vídeo, Hip Hop, Teatro e Fotografia – 2000;
- Biblioteca comunitária – 2002;
- Projeto Escola Ação Esportiva – 2005;
- Projeto Mensageiros da Água, ação de educação ambiental – 2007;
- Programa Gol de Trabalho, para dar formação profissional a jovens – 2010.
A Fundação conta com diversos parceiros e colaboradores empresas ou não. Para quem quiser saber mais e também ajuda-los é só acessar goldeletra.org.br .
Torcemos que Raí e Leonardo continuem marcando gols e levantando títulos na vida de milhares de jovens e crianças e sendo exemplo pelo mundo inteiro.
No meio onde os jogadores ganham cada dia mais dinheiro, se lembrando cada vez menos das suas origens humildes. Raí e Leonardo mostram que são eternos e importantes ídolos não só dentro de campo para nós são-paulinos, mas também para centenas de famílias que viram neles e no esporte que eles propagam um caminho de oportunidade e porque não de dignidade.
Parabéns, Raí! Parabéns, Leonardo!
É um orgulho ter vocês como ídolos tricolores dentro e fora do campo!
Pequeno aprendiz
Olá tricolores soberanos!
Como bem sabemos, Jadson veio para o SPFC com a responsabilidade, e baita responsabilidade, de ser o camisa 10. Há muitos anos não temos um jogador que honre esta camisa com a devida qualidade que é sua característica, e isso tem refletido no futebol do grupo inteiro, além de outros motivos é claro, onde não cabe citar aqui. O último que ainda mostrou alguma qualidade na posição foi Danilo, em 2005, mas de fato o camisa 10 inesquecível para todos nós tricolores é Raí. E foi das mãos dele que Jadson recebeu, como se recebesse uma faixa, um título, a grande responsabilidade e o peso desta camisa. Fiquei imaginando ao ver a sua apresentação, o que passou na sua cabeça ao receber a camisa das mãos de um dos maiores ídolos da história do clube. Isso é para poucos.
Vejo Jadson como um pequeno aprendiz, não só pela sua estatura, mas pela experiência que ele irá adquirir com essa função. Sei que pedir paciência para a torcida tricolor é algo em vão, pois se tem uma torcida exigente, esta é a nossa, mas o fato é que Jadson recebeu esta responsabilidade, aceitou, mas não é da noite para o dia que ele se tornará um ídolo. Isso necessita tempo, convivência, entrosamento. Já o admiro por ter encarado e chamado para si essa função, torço para que consiga corresponder em campo e leve nosso SPFC novamente aos títulos, juntamente com o ótimo elenco que se formou neste ano.
Ainda temos de aguardar pela sua estréia, sua documentação está regularizada mas a questão física está adiando a sua tão aguardada primeira partida. E Leão prefere prevenir do que perder mais um atleta por contusão em início de temporada, certíssimo. Mas penso que a entrada dele será muito importante para a equipe, para dar mais qualidade ao meio de campo, que não temos há anos, sem contar como batedor de falta, já que o M1TO, nosso batedor oficial, está fora de combate.
Enfim, que o Jadson nos traga muitas alegrias, que seja vitorioso como ele mesmo tanto anseia, e como nós torcedores tanto queremos. Que ele se espelhe no Raí, como um bom aprendiz e se torne o nosso tão desejado camisa 10 por merecimento e excelência!
Bom final de semana a todos.
Por Lidiane Pereira
@lidi__
Créditos foto: Lancenet
De camisa 10 pra camisa 10!
Saudações Soberanos e Soberanas!!!
Hoje foi apresentado o novo camisa 10 Tricolor, Jadson recebeu a camisa nada mais nada menos daquele que foi possivelmente o maior camisa 10 do clube e um dos maiores ídolos do São Paulo: Raí, o terror do Morumbi.
Assim vimos passado e presente juntos e sonhamos com um futuro tão glorioso quanto passado.
O carismático Jadson chega com status de quem foi e ainda é um grande ídolo na Ucrânia, onde conquistou:
- Três Campeonatos Ucranianos
- Duas Copas da Ucrânia
- Três Supercopas da Ucrânia
- Uma Copa da UEFA
Tudo isso o credência ao posto de camisa 10 do Tricolor.
As expectativas são grandes também, afinal o último a fazer sucesso com essa camisa foi justamente o Raí que ganhou todos os títulos possíveis e que aposentou em 2000, logo se vê a responsabilidade de Jadson.
Agora nos resta torcer, no ano em que comemoramos 20 anos da primeira conquista da Libertadores e Mundial, cujo capitão foi Raí, Jadson e cia se inspirem naquela geração e façam o mesmo sucesso e conquistando grandes títulos.


















