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Cuidado!
Alou você lider, que treme quando ouve alguém falando em outra lingua.
CUIDADO!
Você ja olhou o retrovisor?
Olha quem ta chegando
Aqui é o MAIOR DO MUNDO.
Abs
Julio Ramos
http://www.facebook.com/Juhlio10
FUTEBOL? AQUI NÃO!
Num país que é mundialmente conhecido como o país do futebol, é difícil admitir que o nosso futebol, aquele maravilhoso de outrora, não é mais como antes. Nós, brasileiros, vivemos e respiramos esse esporte. A alegria de ver a bola rolando e as expectativas de um grande jogo são indescritíveis. Mas a verdade é que ultimamente, prefiro ver as Seleções e temporadas européias no lugar dos nossos campeonatos e principalmente da nossa Seleção.
O Brasil encantou o mundo nas décadas passadas com bons desempenhos em todas as competições, e com a quantidade de jogadores talentosos que nasceram em nosso país e escreveram seus nomes na história do futebol nacional e mundial, mas acima de tudo, encantou pelo futebol bonito. Era eficiente, e o mais importante: enchia os olhos de quem via e fazia os brasileiros sentirem orgulho.
A cada dia, vemos as Seleções dos outros países crescerem com seu futebol, enquanto o Brasil vai perdendo sua identidade e sua credibilidade em meio à corrupção e a um futebolzinho meia boca, levando grande parte dos brasileiros a torcer por Seleções de outros países.
O Brasil adotou o sistema do “futebol de resultados”, que em prática, não tem dado resultado nenhum. Quer ver jogo bonito, goleada? Aqui não! O que antes era uma Seleção que servia de espelho para as outras, hoje é simplesmente mais uma, que ainda carrega o nome grandioso, mas sem fazer jus as 5 estrelas presentes na camisa.
O problema da nossa Seleção não é de safra de jogadores. É a falta de identificação entre eles e a torcida. Quem veste a camisa da Seleção hoje simplesmente parece não se encaixar. Para vestir a amarelinha, somente o bom futebol não basta: precisa ser responsável, estar bem emocionalmente, e acima de tudo, ter aceitação, o que é difícil, já que a maioria fez sua
carreira fora daqui.
Seleção Brasileira virou sinônimo de vitrine, estrelismo, onde o futebol fica escondido atrás de chuteiras cor-de-rosa, multas milionárias, gel no cabelo, e muitas, muitas cifras. Podemos mudar essa realidade? Talvez. Mas se não tentarmos, nunca saberemos. #ForaRicardoTeixeira
Ótima quinta feira a todos!
Sentimentos invertidos
Olá tricolores!
Este final de semana ficou marcado com a grande demonstração de desprezo e sentimentos invertidos de grande parte da torcida brasileira junto à seleção, que foi eliminada da Copa América. Esse sentimento vem aumentando com o passar dos anos e fica a reflexão dos motivos que levam a torcida a repudiá-la.
A seleção brasileira sempre foi unanimidade do povo, era só o Brasil entrar em campo que não havia um cidadão sequer, que torcesse contra, era o orgulho nacional, era a alegria do povo, que fazia o país se transformar a cada Copa do Mundo, com decorações nas casas e ruas, todos unidos em uma mesma torcida. Praticamente não havia rivalidade clubística, tamanho efeito coletivo que a seleção proporcionava. Com o passar dos anos, esse amor todo foi diminuindo, não se vê mais tamanha dedicação para se assistir a um jogo, não se vê mais a empolgação das decorações, não se vê mais a bandeira brasileira pendurada na frente das casas…e aí eu pergunto, qual o motivo?
Com o tempo, a corrupção que tanto assola a política, também penetrou o mundo do futebol, e obviamente, não deixaria de se entranhar no comando do futebol brasileiro. Ricardo Teixeira, que se perpetua no comando, é o maior exemplo de corrupção no futebol que já existiu, a julgar pelas suas recentes declarações estarrecedoras sobre a sua gestão, roubos e como ele “valoriza” a seleção e a torcida brasileira, que claramente, considera burra. Além disso, com o passar dos anos, a torcida foi colecionando mais e mais decepções dentro e fora de campo, seja pela corrupção ou pela mudança dada com o tratamento comercial aos jogadores. Alguns deles, pra não dizer muitos, selecionáveis, que antes suavam a camisa por amor, hoje visam sua autopromoção, o seu marketing pessoal e seus ganhos pela visibilidade internacional, que a seleção proporciona. Veja bem, eu na estou aqui dizendo que todos agem desta maneira, mas é uma perspectiva que vem aumentando a cada ano. Isso tudo acaba refletindo nos torcedores, a total confiança deu espaço a desconfiança de quem realmente merece a torcida.
Essa desilusão com a seleção fez com que os torcedores se distanciassem, fez com que a coletividade se apegasse ainda mais aos seus clubes de coração. A seleção que antes era tratada como prioridade e acima dos clubes, agora é deixada em segundo plano. Cada vez mais o torcedor prioriza o seu time, os jogadores que por ele passaram ou ainda atuam, e a seleção acaba “atrapalhando” o clube. Tem sido cada vez mais recorrente os torcedores de vários clubes reclamarem da convocação dos jogadores para a seleção, e um bom exemplo que cito é dentro do SPFC. Grande parte da torcida tricolor não gostou da convocação do essencial garoto Lucas. O SPFC precisa do Lucas, ele é o craque do time. A seleção tida como a seleção da CBF não precisa dele, e principalmente, não merece ele. Esse é o sentimento invertido. Queriam a queda da seleção na Copa América para que o Lucas voltasse logo para o clube. E esse sentimento de aversão à seleção se propaga ao torcer por outras seleções, seja qual for o motivo, se apenas para que tal seleção derrote a brasileira, ou se pela admiração ao futebol alheio. Nessa admiração entra o saudosismo ligado a jogadores gringos que já tenham passado pelo clube, como no exemplo tricolor, Diego Lugano, que ainda atua pela seleção uruguaia, e outros de seus conterrâneos já aposentados como Pablo Forlán e Pedro Rocha. Jogadores que se tornaram ídolos no clube e que nunca serão esquecidos. A torcida tricolor se mistura a torcida celeste, e já na Copa do Mundo do ano passado bem como na Copa América deste ano, ficou muito evidente. Prefere-se torcer pelo Uruguai, pelos jogadores que já passaram pelo clube, pela famosa raça apresentada pelos seus, do que pela seleção brasileira, cada vez mais comercial, duvidosa e incapaz de mudar este quadro, de reverter os sentimentos. O ex-dirigente e atual vereador tricolor, Marco Aurélio Cunha, expressou essa reflexão pelo seu Twitter: “@vereadormac Precisamos recuperar o sentimento de nossa Seleção. Ela só é comercial”
E aí eu pergunto, como recuperar este sentimento? Aliás, esse sentimento pode ser recuperado, ou a tendência é que só diminua?
Eu confesso que meu sentimento e carinho pela seleção brasileira tivera seu ápice na Copa de 1994. Em1998, adesilusão é quem teve seu ápice. E daí em diante a desconfiança foi só aumentando e dando cada vez mais espaço para a dedicação total ao meu clube do coração, o São Paulo Futebol Clube, e se for falar de seleção, fica meu carinho especial pela seleção uruguaia que, demonstra o espírito coletivo, a união e a garra tão admirada no futebol.
Em tempos de sentimentos invertidos, a alegria na Copa América foi ver a seleção do Uruguai eliminar a Argentina, e ver a seleção brasileira ser eliminada pelos paraguaios, como se essa derrota fosse um tapa na cara dos dirigentes e jogadores que não merecem representar uma nação tão sedenta de alegrias verdadeiras no futebol.
Por fim, para fechar o final de semana, a “nossa” seleção, o SPFC, conseguiu uma vitória contundente dentro do Beira Rio, 3 x 0 diante dos colorados. Como diria Rogério Ceni, “a minha seleção tem três cores”.
Boa semana a todos!
Ah, vamos torcer para que Dios Lugano conquiste (mais uma vez) a América. #soyceleste
Abraços
Lidiane Pereira
MELHORES MOMENTOS #SPFC X GRÊMIO
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E FOI DADA A LARGADA
Saudações, Soberanos!
Finalmente chegou o tão esperado 21 de maio e foi dada a largada no Campeonato Brasileiro.
Começa a corrida dos 20 clubes, que vêm se preparando há alguns meses para o Campeonato mais importante do país. E para o SPFC, que vem colecionando insucessos há algum tempo, é hora de acordar. Ao meu ver, o Brasileirão é um dos campeonatos mais disputados, com mais de 10 times que têm chances reais de vencer a disputa.
O Campeonato Paulista e a Copa do Brasil tiveram finais tristes e precoces para o SPFC. Agora o ritmo é outro. Serão 20 clubes que brigarão com unhas e dentes para garantir as primeiras posições na tabela e também para escapar da degola na parte de baixo. Por isso digo que é hora do time acordar. Recuperar a garra e a vontade de vencer, levar o torneio a sério. Esquecer as birras e diferenças e realmente se comportar como um TIME, um TIME que joga para 18 milhões de apaixonados que estão com sede de vitórias e títulos.
Serão longos 7 meses, e por mais que o começo contra o Fluminense tenha sido um sinal de melhora, temos que manter o ritmo durante as outras 37 rodadas. É a hora de entrar em campo como guerreiros que somos, dar o nosso melhor, e nos fazer novamente dignos do nome e grandeza que ostentamos.
É hora de se recuperar da “crise” que se instalou no Morumbi. Contratar, utilizar jogadores que não estão sendo utilizados, adaptar-se a novos esquemas de jogo. Gostando ou não do técnico, a diretoria decidiu que é Carpegiani que ficará por um tempo e temos que lidar com isso. O departamento médico do SPFC nunca teve tantos jogadores se recuperando. Perdemos vários jogadores, e o SPFC precisa contratar, principalmente no setor defensivo, que é o que apresenta mais urgência. Nesse ano não será o Jason voltando, mas sim a fênix. O São Paulo renascerá das cinzas para voltar a brilhar. A corrida do ouro já começou. E eu, mais uma vez, apoiarei o time até o fim. E você, o que me diz?
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@_isaa_ferreira
Isadora Ferreira é de Boa Esperança do Sul; comentarista do @CanalBarça e colunista do @os_soberanos. Seus textos são publicados às quartas-feiras.


















