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Falta de planejamento, azar ou fatalidade?
Saudações Tricolores!
Futebol e suas máximas! O São Paulo iniciou o ano de 2011 com uma certeza: em julho não contaria mais com seu zagueiro tricampeão brasileiro Miranda. Substituir um zagueiro assim merece todo estudo e planejamento.
E assim começou a caça por um belo zagueiro… todos sonhavam com a contratação do mais idolatrado da torcida, nosso Dios Lugano, mas infelizmente a saída dele da Europa não seria nada fácil, mas ele logo indicou o seu sucessor: o jovem e também uruguaio Coates.
Coates estava na Libertadores e não seria de “bom tom” fazer uma negociação nesses instante para não atrapalhar seu desempenho. “MAS COATES É TRICOLOR” assim acreditou a pobre torcida.
Ainda no início do ano, Tricolor contava com quatro zagueiros: Xandão, Miranda, Alex Silva e o jovem Bruno Uvini que tinha subido meses antes da base. Bruno numa infelicidade pela seleção fraturou a tíbia e teve de ficar meses fora. Logo mais um zagueiro seria necessário, Luiz Eduardo subiu também da base e Rhodolfo era contratado já pra assumir a camisa deixada por André Dias há um ano.
Tudo parecia caminhar bem, Alex Silva, Miranda, Rhodolfo, Xandão, Bruno Uvini e Luiz Eduardo. Seis zagueiros, cinco à disposição. Dava pra esperar a vinda do Coates depois da Libertadores e ainda aproveitava o bom futebol do Miranda.
Alex Silva fazia mil e uma juras de amor, jogava a responsabilidade da sua renovação de contrato toda em cima da diretoria. Fora do campo e no twitter, deu as suas mancadas, até que não deu mais pra aguentar as pontas e o São Paulo o deixou livre pra seguir outro caminho.
Pronto, naquele momento o São Paulo sabia que também não contaria com Alex Silva e como “ossos do ofício”, já via se findar as partidas de Miranda que havia contundido e não jogaria mais. MAS COATES VEM, agora depois da Copa América, não vamos tirar o foco do rapaz! Enquanto isso temos quatro zagueiros, os meninos dão conta do recado!
Assim começamos o Brasileiro, Rhodolfo fora porque também se machucou, com Xandão super questionado e Luiz Eduardo começando sua vida profissional. O Bruno voltando no banco.
Primeiras cinco rodadas e o São Paulo tomou 1 gol que por sinal foi contra, Xandão e Luiz Eduardo em alta. “Ah dá pra esperar tranquilo o Coates!” Imbatível assim, já pensou Rhodolfo e Coates como titulares e ainda ter no banco Luiz Eduardo, Bruno e Xandão?
…
Terminou a Copa América, cadê o Coates gente, cadê? “Ah infelizmente não deu, empresários e negociações internacionais, muita gente no meio, já viram, né? Mas quem sabe no ano que vem!”
Com a ideia fixa no uruguaio, e depois do plano B do Breno falhar, esqueceram que Bruno é o capitão da seleção sub-20 e obviamente iria ao Mundial da categoria. O que era pra ter cinco bons zagueiros agora eram apenas três.
Mas se alguém machucar? Ou se houverem cartões? Seria algo tão impensado assim?
Poucos dias após a ida do Bruno para seleção, Xandão se machuca. Muitos pensaram: “Glória, ele é ruim mesmo, melhor não voltar, temos Luiz Eduardo!”. Tudo certo para o moleque e um dia antes do jogo, ele fraturou a mão. Agora os cinco ou seis zagueiros se tornou UM!
Bem, ainda temos Rodrigo Caio, ele é volante agora, mas na base foi zagueiro pode e vai jogar!
Moleque de fato jogou bem com a colaboração dos outros companheiros, podia ser titular enquanto os outros se recuperam… MAS logo no dia seguinte, laudo médico diz que ele não poderá jogar com problemas no joelho!
_ Oh e agora quem poderá nos defender?
_ Eu, o João Filipe – “o Coates disfarçado”. Não contavam com a minha astúcia!
Parece piada, mas não é! Sonhamos com Coates e Lugano e acordamos com João Filipe um grande desconhecido por todos, que não estava sendo aproveitado no Botafogo. Veio para suprir a necessidade imediata da zaga, com contrato até dezembro.
Pode dar certo? Claro que sim, mas o que fica subentendido que veio pra fazer número enquanto os outros se recuperam e não pra assumir a vaga ao lado de Rhodolfo na zaga como todos esperavam.
E aí eu pergunto: Falta de planejamento, azar ou fatalidade?
Hermanos Tricolores
Saudações Tricolores!
Quando se fala em sul-americanos no Tricolor logo vem a nossa cabeça os grandes uruguaios, Lugano, Dario Pereyra, Forlán e Pedro Rocha que tanto nos orgulharam com seu futebol de raça e amor a camisa. Porém a aposta do São Paulo desta vez vem da terra do Maradona: Marcelo Cañete
Mas não se enganem com essa história Celeste no Tricolor, um argentino também deixou seu nome aqui. Dentre todos os sul-americanos este em especial é considerado um dos ídolos da década de 50 e como não poderia ser diferente era um goleiro. Estou falando de José Poy.
O arqueiro de Rosário-ARG mostrou seu talento para o Maior do Mundo em um amistoso em 1945, do seu então clube Rosário Central e o São Paulo no Pacaembu. O resultado final foi 2 a 2 e com Poy fazendo milagres.
No entanto o goleiro só viria para o Tricolor quatro anos mais tarde em 1949. Poy fez sucesso no gol são paulino a ponto de mesmo argentino, teve seu nome cotado para Seleção Brasileiro para Copa de 1954. Já pensaram?
Como jogador, foi um dos que por mais tempo atuaram com nosso Manto Sagrado. Foram mais de 12 anos totalizando 565 partidas, ficando atrás apenas de Valdir Peres e claro o M1TO Ceni. Conquistou os Campeonatos Paulistas de 53 e 57.
Ainda como técnico, Poy assumiu o comando Tricolor por diversas vezes entre 1963 e 1985 vencendo então o Paulista de 75.
Depois do arqueiro, o São Paulo não teve muito sucesso com os Hermanos no time, mas o Cañete chega para mudar essa história e quem sabe entrar para galeria dos grandes sul-americanos Tricolores.
Na Argentina ele foi tido como o sucessor do craque Riquelme, por lá dizem que só não teve continuidade no Boca porque o próprio Riquelme não daria espaço para jovem promessa. Já no Chile ele é muito querido onde atuou pelo Universidad Católica.
O meia se apresentou nessa segunda-feira e se vê animado em poder atuar em um dos maiores clubes da América e já mostra sua admiração pelo M1TO. “É um clube conhecido mundialmente, um dos maiores da América do Sul. Jogadores históricos fizeram coisas importantes aqui, como o Rogério Ceni”, destacou.
Após toda a apresentação como sucessor de Riquelme e até por suas declarações se dizendo um meia-clássico, cria-se uma expectativa no torcedor que tanto esperou por um jogador em tal posição.
Agora para que tudo isso se concretize, vamos precisar ter paciência para esperar que o Cañete se adapte ao futebol brasileiro e então sim mostre o seu talento e reescreva a história dos argentinos, tão bem como Poy um dia escreveu! E quem sabe um dia o São Paulo além de Celeste possa ser um pouco mais Hermano.
Boa sorte, Cañete!
Vamos torcer galera!
Aquele abraço Soberano,
Adriane Ribeiro.
Reforços a caminho
Estamos já em meados do mês de Julho e o que era pedido da torcida e reproduzido por muitos jogadores enfim parece se tornar realidade: A vinda de reforços.
O São Paulo desde o início do ano apostou nos jovens e talentosos meninos da base, porém na mesma intensidade viveu com a “divisão” deles , com a seleção brasileiro sub-20 e agora a principal.
Os únicos reforços vindos no início do ano foram o Rhodolfo, que caiu como uma luva no time. Rivaldo que sempre pareceu ser uma solução para o meio campo, mas só agora depois da saída do Carpegiani ganha uma oportunidade de ser titular no time, e Luis Fabiano que apesar de ter vindo em março ainda não vestiu a camisa desde a sua volta. Além do Edson Ramos que já saiu sem sequer ter uma oportunidade real.
Agora novamente é gritante a necessidade de reforços para o restante do ano, tanto pelas ausências dos jovens para as seleções, quanto pela dificuldade do longo Campeonato Brasileiro.
Nos últimos dias enfim o São Paulo resolver se mexer e trazer novos reforços, são eles:
- Cícero – O meia assinou contrato na semana passada e já está à disposição do Milton Cruz para o jogo de amanhã. Ele veio da Europa do time alemão Wolfsburg. No Brasil seu último time foi o Fluminense em 2008, ano em que eles nos eliminaram da Libertadores;
- Cañete – O argentino surgiu no Boca Juniors como o sucessor de Riquelme, mas por falta de espaço com a presença do seu “antecessor” esteve no Universid Católica do Chile. O meia-atacante está em São Paulo fez exames, só faltam alguns detalhes de transação para de fato assinar contrato com o Tricolor;
- Breno – este já é nosso conhecido de outros Brasileiros, como esquecer 2007 cujo ano nossa zaga assim como todo o time foi destaque nacional. O zagueiro está no Bayern de Munique e pode ser anunciado como mais um reforço. O nome surgiu depois de notícias que o Nacional-URU pede mais dinheiro por Coates e que supostamente o Manchester United-ING está interessado e pode entrar na briga pelo jogador;
- E agora por à tarde, o jornalista Sérgio Loredo do Estadão ESPN, que o também prata da casa e ex-Arsenal-ING, Denílson está voltando ao Tricolor, segunda-feira mesmo embarca em São Paulo e deve ser anunciado. Muito se deve ao assédio ao Casemiro e também à proposta do Catar ao Rodrigo Souto.
Dois meias e um zagueiro, e agora um volante, estamos no caminho certo, Claro vocês assim como eu devem estar pensando que falta um lateral nesse pacote, pois é, este é um problema crônico do São Paulo. Há quem diga que foi procurado o jogador do Peñarol-URU Alejandro Gonzalez, então indica que o São Paulo espera contratar alguém para posição.
A preocupação da torcida em relação a isso tudo é que de fato o único que assinou contrato foi o Cícero. Em relação aos outros, verdade ou especulação, Nos resta esperar e ver quem realmente o Tricolor anuncia.
Assim vamos que vamos, esperemos que os jogadores que já estão mantenham o nível e na parte de cima da tabela e que quando estiverem todos os jogadores no plantel tenhamos um time forte e preparado para lutar pelo título e quem sabe ganharmos a Sulamericana.
Ah e claro que venha um bom técnico para comandar o time!
Vamos torcer, galera!
Abraços,
Adri.
Futebol e a quebra de preconceitos
E quem disse que futebol é coisa só pra macho??
Saudações tricolores!
O futebol chegou ao Brasil no fim do século XIX com o inglês Charles Muller. Em seu início os únicos que podiam praticá-lo eram pessoas da elite brasileira, sendo vetada a participação de negros nos times.
Este preconceito só caiu por terra depois de alguns anos com a popularização do esporte e com a abertura de times como Vasco da Gama e a Ponte Preta, dois dos clubes mais velhos do país. Curiosamente o tão aclamado Rei do futebol, Pelé é um negro.
Com as mulheres o preconceito ainda perpetuou por muito mais tempo, se não até os dias de hoje.
Não há um registro certo de quando foi o primeiro jogo de futebol feminino, alguns historiadores apontam uma partida ainda no ano de 1913 entre times do bairro de Cantareira de Tremembé, São Paulo. Também é mencionado um jogo entre paulistas e cariocas, de São Paulo FC e América FC em 1940 no estádio do Pacaembu.
Tomado por este preconceito, o futebol entre mulheres só ganhou força em 1981, quando alguns clubes como, São Paulo, Guarani, América e outros formaram times femininos.
Segundo Thomaz Mazzoni, o jogo considerado como o marco no futebol feminino no Brasil ocorreu no dia 17 de maio de 1981, novamente no Pacaembu agora entre São Paulo e Flamengo.
Não há registro que o time feminino que entrou em campo era do clube tricolor, mas sim que esteve em campo em um preliminar do São Paulo. Mesmo assim o clube é considerado um dos pioneiros do futebol feminino ao organizar o time.
Este jogo não foi importante tão somente pelo pioneirismo do Tricolor, mas por também ir contra todos os preconceitos e paradigmas com base até em uma lei que vigorava na época:
“Decreto-lei 3.199, que em abril de 1941 instituiu o Conselho Nacional de Desportos (CND), afirmava em seu artigo 54 que “às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do páis”.”.
(fonte Manhães, E.D. Política de Esportes no Brasil. Rio de Janeiro: Graal, 1986, pg 134.).
O jogo então era não só uma afronta como era ilegal diante da CND. A regularização da modalidade só viria depois entre 81 e 82.
Contudo o time que marcou a história do futebol feminino não se firmou no decorrer dos anos 80, ele só ganharia espaço mesmo em meados da década de 90 com a criação de campeonatos, tempos áureos da categoria no país, se assim podemos chamar.
Nesse tempo o São Paulo teve um time fantástico e com jogadoras que posteriormente representariam a Seleção Brasileira. São elas: Sissi, Kátia Cilene, Formiga, Andréia, Cléo.
“O São Paulo mostra que é forte também no futebol jogado por mulheres – espetáculo que está caindo no gosto do público. O 1º Paulistana, campeonato promovido, com ingresso grátis, pela Federação Paulista de Futebol, está em andamento, com jogos nos campos do Ibirapuera e da USP. O presidente da Federação, Eduardo José Farah, principal responsável pela liderança do futebol paulista (masculino) no Brasil, está apostando no sucesso do futebol feminino.”
[...]
“O time é formado por jogadoras contratadas por empréstimo, através de uma seleção de atletas indicadas pelo técnico, e completado por jogadoras descobertas em peneiras. Os treinos são realizados no CCT da Barra Funda, Morumbi e no CT de Indaiatuba, especialmente reservado para o futebol feminino.”
(Revista São Paulo Notícias, nº82)
Entre 1997 e 1999 o São Paulo ganhou:
- Campeonato Brasileiro: 1997.
- Campeonato Paulista: 1997, 1999.
- Torneio da Primavera Rio-São Paulo: 1997.
- Torneio Início do Campeonato Paulista: 1997.
- Torneio de Campo Grande, Mato Grosso do Sul: 1997.
- Torneio de Cubatão, São Paulo: 1999.
- Torneio Cidade de Diadema, São Paulo: 1999.
- Torneio Dr. Eduardo José Farah: 1999.
- Taça Holambra: 1997.
Infelizmente o futebol feminino não vingou por muito tempo, a falta de incentivo e de uma entidade responsável pela categoria fez com que a maioria dos clubes inclusive o São Paulo desistisse de manter o time. Causa pela qual as jogadoras brasileiras brigam até os dias atuais.
Infelizmente as mulheres ainda precisam brigar por mais espaço no mundo do futebol, talento elas têm de sobra. Hoje mesmo em situação adversa sem o incentivo e o reconhecimento necessário das autoridades, o futebol feminino encanta os brasileiros e o mundo, temos Marta a melhor jogadora do mundo por quatro anos consecutivos e uma seleção feminina que briga sempre entre as melhores em cada campeonato que disputa.
Assim vamos torcendo pela a Marta, Cristiane e companhia na Copa do Mundo e com o orgulho de que um dia lá atrás o São Paulo ajudou a alavancar essa história.
Um grande abraço.
Adriane Ribeiro.
FONTE: SPFCPÉDIA.
São Paulo a “saltos” largos II: Mirando as estrelas
Saudações tricolores!
Há algumas semanas atrás, eu escrevi uma coluna falando do nosso semestre vitorioso com a atleta Maurren Maggi, hoje volto a falar no atletismo e sobre um cara tão vitorioso quanto: Adhemar Ferreira da Silva.
As estrelas as quais tanto ostentamos são referentes às nossas maiores conquistas, mas já repararam que somos Tricampeões Mundiais e carregamos cinco e não três estrelas no escudo?
Duas dessas estrelas vieram dele, do atletismo. Adhemar é recordista mundial e olímpico no Salto Triplo e responsável pelas duas estrelas douradas da camisa do Tricolor. Elas são uma homenagem pelas duas quebras de recorde no salto.
Em 1947 após uma conversa com o então atleta do São Paulo José Márcio Cato, começou a praticar o esporte e a defender a camisa tricolor, segundo ele por gostar da sonoridade da palavra “atleta”.
Já em 1950, ele igualou o recorde mundial pertencente ao japonês Naoto Tajima (16 metros). O feito viria dois anos mais tarde nas Olimpíadas de Helsinque em 1952 e em grande estilo: quatro tentativas, quatro recordes, saltando 16,04m, 16,09m, 16,12m e finalmente 16,22 metros.
O segundo recorde mundial veio agora nos jogos Panamericanos da Cidade do México em 1955. Adhemar atingiu a marca de 16,56m.
Além dessas duas conquistas, ele conquistou inúmeros títulos com a camisa tricolor e posteriormente a partir de 1956 pelo clube de Regatas Vasco da Gama:
*Bicampeão Olímpico (1952/56);
* Tricampeão Panamericano (1951/55 e 59);
* Pentacampeão Sulamericano;
* 10 vezes campeão Brasileiro;
Ao todo foram mais de 40 títulos e troféus internacionais.
“Praticamente um autodidata, revolucionou o salto triplo direcionando sua atenção para o segundo salto, até então apenas um impulso para o terceiro, e foi muito superior aos concorrentes durante anos.”
Fora das pistas, ele é Escultor formado pela Escola Técnica Federal de São Paulo (1948), também se formou em Educação Física na Escola do Exército, Direito na Universidade do Brasil (1968) e Relações Públicas na Faculdade de Comunicação Social Casper Libero (1990).
No ano 2000 ele foi agraciado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, com o Mérito Olímpico. Sua última aparição pública foi na última edição da Maratona de São Silvestre, em São Paulo, na virada do ano, quando entregou os prêmios aos vencedores.
Infelizmente no dia 12 de Janeiro de 2001, Adhemar Ferreira da Silva morreu vítima de parada cardiorrespiratória, em São Paulo.
Suas conquistas merecem ser lembradas e eu como são paulina tenho o orgulho de dizer trazer no peito as estrelas das conquistas deste que é o único brasileiro Bicampeão Olímpico consecutivo no Brasil.
Espero que suas estrelas ganhem ainda mais companhia de outras que o futebol possa nos render e que sua história no São Paulo jamais seja esquecida!
Um grande abraço a todos,
Adri Ribeiro.




















